sexta-feira, 30 de outubro de 2009

inFamous - Review




Imagine você acordando dentro de uma enorme cratera, no meio da cidade devastada, com carros queimados, prédios destruídos e pessoas mortas ao seu redor, enquanto o seu senso de emergência apitando na sua cabeça e que sua primeira reação é tentar sair dali o mais rápido possível… É assim que inFamous coloca o jogador para aprender os controles básicos e descobrir o que aconteceu naquele local. Em poucos minutos você descobre que além de ter sobrevivido à explosão, você também é capaz de suportar correntes elétricas pelo seu corpo, e o melhor, controlar essa corrente!
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inFamous é um jogo com uma premissa bastante interessante, que lembra até o jogo Star Wars – Knights of the Old Republic, do antigo XBox: suas ações determinam o seu caráter. Você recebe poderes, aprende à domá-los, e pode usar como bem quiser. É claro que cada uma das suas ações pesa em direção ao caminho do bem ou o caminho das sombras. Pena que você não vira Jedi no caminho do bem, nem Sith no caminho do mal, mas você entendeu a idéia. E essas decisões e seus consequentes caminhos interferem no seu visual: se você opta pelo caminho do bem, sua aura é azul, seus poderes são azuis, e as pessoas te aplaudem na rua, te dando apoio. Se for pelo caminho do mal, adquire um tom mais avermelhado, e pode levar até uma pedradas dos pedestres de Empire City.
A maior aposta de inFamous, assim como seu jogo similar Prototype, é a abertura do cenários para a imaginação do jogador, e a quase falta de limites de fazer o que quiser. Você anda por toda a cidade, escala prédios, corre por fios de alta tensão, entra nos esgotos (COWABUNGA!), se pendura por destroços de todos os tipos, salta entre prédios, se joga de cima de prédios (eu disse, a escolha é sua) e enfrenta gangues de inimigos com um gosto estranho para escolher roupas. Você tem liberdade para percorrer a cidade, e vai precisar dela para executar as missões que os habitantes da cidade vem pedir. Em algumas partes, você mesmo dentro de uma missão, é forçado a tomar algumas decisões e elas também influenciam no seu caráter. Não adianta iniciar uma missão “do bem” e decidir por deixar os reféns morrerem para enfrentar seus inimigos depois, por exemplo. Herói ou vilão, tem que ser no pacote completo.
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A história é toda montada ao redor da explosão que causou uma enorme cratera em Empire City. A cidade está em quarentena, as saídas estão fechadas, não há muito policiamento disponível, os hospitais estão improvisados pela cidade, e as gangues tomaram conta. Logo no início do game você é acusado de terrorismo e precisa provar que não estava participando de nenhum plano, mas que tinha sido envolvido na trama sem saber do que se tratava. Também no início do jogo, agentes secretos entram em contato com Cole, e exigem a ajuda do protagonista para que o mistério seja resolvido em troca da limpeza de seu nome. E assim a sua jornada começa, e o jogo se divide em trama principal, missões secundárias, e missões que definem o caráter de seu personagem. São 15 no total, e cada uma que você completa anula a oposta. Por exemplo, se você realizar uma “Good Mission” (marcada com a cor azul e amarela), uma “Evil Mission” (vermelha e amarela) é lacrada e você não pode cumprir. É importante notar que a história não muda de acordo com as suas escolhas, mas o cenário da cidade também progride de acordo com o seu desenvolvimento, tamanho o grau de imersão que a produtora Sucker Punch aplicou ao jogo. Escolhendo o caminho do bem, mais pessoas andam pelas ruas, a cidade ganha um aspecto mais limpo, você ouve os cidadãos gritando o seu nome, mas esses “fãs” podem se tornar vítimas caso as gangues ataquem você. No caminho do mal, policiais te perseguem, os pedestres te insultam e atiram pedras em você, mas em compensação seus poderes são um pouco mais fortes.
Após o desenrolar de algumas missões, você descobre que na verdade você estava carregando um pacote, que até o momento era uma entrega ordinária qualquer, mas que na verdade era a Ray Sphere, um projeto secreto de laboratórios que poderia dar ao seu portador a habilidade de controlar a energia elétrica e estática da natureza, sem problemas físicos pro usuário. Alguma coisa acontece de errado, e essa esfera explode contigo no meio da cidade. E aí começa a sua corrida para descobrir o que aconteceu. No desenrolar de toda a história surge o seu principal inimigo Reeves, que parece ter os mesmos poderes e capacidades que você. Cabe a você então restaurar a energia da cidade e conseguir mais poderes no processo, treiná-los e se preparar para a Batalha final.
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Durante o jogo você percebe que a cidade está sitiada, ninguém entra ou sai, as equipes de emergência recebem chamados insistentes sobre feridos, e a polícia não tem força nem contingente suficiente para conter os avanços de gangues e vândalos pela cidade. Além disso, o governo federal determinou que se a situação não melhorasse, a erradicação da cidade era uma opção. Cabe a Cole tentar desvendar o que houve com a cidade, com ele próprio, além de restaurar as condições habitáveis da vizinhança e ajudar à emergências correntes da sua amiga Trish.
A interatividade com todo o cenário pode ser avaliado em dois aspectos: o primeiro é a facilidade de subir em prédios, postes, docas, trilhos, o que quer que seja ou esteja no seu caminho. Algo semelhante ao que Assassins Creed inaugurou, mas ainda assim melhorado. Praticamente qualquer parede é escalável, desde que tenha um beiral, uma janela ou ornamento qualquer. Mas em alguns momentos a facilidade de subir em prédios atrapalha um pouco, e é exatamente o “magnetismo” que coloquei nos contras lá em cima. Você está tentando simplesmente atravessar os trilhos, mas a ajuda do sistema te mira exatamente para os trilhos, onde você pode deslizar e chegar mais rápido em alguns lugares, mas não era essa a intenção naquele momento. Sobre essa ajuda do sistema faltou calibrar um pouco para que o jogador tivesse uma maior autonomia e errar mesmo, sem que automaticamente o jogo consertasse. A sensação de profundidade poderia ser um pouco maior e embora não chega a ser um grande problema, pode irritar.
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Em resumo, inFamous é um jogo grande, diversificado, com muitas opções de exploração, bem desafiante, e com um enredo qua não fica cansativo. Seria como  juntar a vivacidade de GTA IV com a liberdade de Assassins Creed e envolver tudo com fio de alta tensão. Se tiver a chance, não deixe de jogar.

Os 10 melhores jogos de consoles da nova geração

Caro leitor, essa lista não foi criada por nós. Ela foi sugerida pelo site Metacritic, a maior autoridade em críticas de jogos em todo o mundo. A relação apresenta alguns jogos que particularmente não são os melhores da nossa geração na opinião da GamesTown;  então não fique ofendido caso suas escolhas não estejam no páreo, apenas sugira quais jogos faltam para você em nossos comentários.
Quem sabe em breve não teremos o nosso top 10 feito por leitores?  Vamos ao ranking:

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10. Call of Duty 4 – Nota: 94/100
Um dos jogos mais vendidos na história dos games, Call of Duty 4, amarga a décima posição por ter notas diferentes nos consoles Xbox (6º posição) e PS3 (4º posição). Provavelmente o novo jogo da série que está na mídia, Call of Duty: Modern Warfare 2, irá conseguir um patamar mais alto que a versão citada aqui.
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9. Gears of War – Nota 94/100
Há uma variedade de jogadores que não gostam da série Gears of War, mas isso não tirou o posto de número nove no ranking da Metacritic. Gears of War 2 não irá aparecer nesse ranking, o jogo ficou em 11º.
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8. World of Goo – Nota 94/100
O único título disponível somente para download é com certeza uma das maiores surpresas desta lista, World of Goo superou títulos como CoD4 e Gears porque é o terceiro melhor jogo para Nintendo Wii segundo a tabela do site Metacritic.
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7. LittleBigPlanet – Nota 95/100

Um dos jogos que menos venderam nessa lista, porém o charme de  LittleBigPlanet e a possibilidade de conteúdo criado pelo jogador foram suficientes para as boas notas da crítica.


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6. The Legend of Zelda: Twilight Princess – Nota 95/100

O segundo jogo do Nintendo Wii que tem a melhor crítica, Twilight Princess é um título que justifica a compra do Wii, apenas para jogá-lo.
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5. The Orange Box – Nota 96/100
Esse merece estar na lista! Com clássicos como Half-Life 2, Team Fortress 2 e o brilhante Portal.
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4. BioShock – Nota 96/100
BioShock teve ótimas notas da crítica, mas suas vendas foram modestas se comparadas a outros jogos desta lista. Assim como COD4, o jogo tem uma sequência em vias de lançamento, o aguardado BioShock 2.


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3. Uncharted 2: Among Thieves – Nota 96/100
Como é o jogo mais novo da lista, sua nota pode variar daqui pra frente. Mas atualmente existe um consenso geral que o jogo é a melhor coisa que aconteceu para o console Ps3 nos últimos tempos.


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2. Super Mario Galaxy – Nota 97/100
O jogo com a melhor nota para o console Wii, fica com a segunda posição nessa renomada lista.
1. Grand Theft Auto IV – Nota 98/100
Sempre polêmico e na mira da mídia, um jogo da série GTA no topo não é uma grande surpresa.

Por gamestowns

Assassin’s Creed – Lineage - Vídeo do Filme

A Ubisoft lançou a primeira parte do novo trailer de Assassin’s Creed – Lineage. Para os fãs da série esse vídeo é simplesmente o filme do jogo. O grande defeito é que está em inglês, porém não deixa de ser divertido e para quem entende um pouco o idioma dá para captar o contexto da história.
Assistam:

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Battlefield: Bad Company 2 - [ PREVIEW ]



Título: Battefied: Bad Company 2
Gênero: FPS
Lançamento: 02/03/2010
Multiplayer: Sim
Distribuidora: EA
Desenvolvedora: Dice
Site Oficial

Sobre Bad company 2


Battlefield: Bad Company 2 traz novamente a equipe de rejeitos do exército para realizar mais um bom número de missões das mais intragáveis (do tipo que você não mandaria os melhores homens do seu pelotão). Mais destruição, mais humor nonsense, mais destruição ampla de cenários e mais veículos.

Você terá novamente à disposição vários veículos e toda a sorte de armamento pesado para sobreviver ao “background” da vez: uma localidade congelada nas proximidades da fronteira com a Rússia. Preston Marlowe (o ladrão de helicópteros), Terrence Sweetwater (o clássico nerd invasor de computadores) e Haggard (o homem do “uso indiscriminado de explosivos”) terão agora uma ampla superfície congelada que, se por um lado piora a vida dos anti-heróis, por outro fornece um belo espetáculo por parte da nova versão da Frostbite engine da DICE.

Complementando o visual — e atestando ainda a maior capacidade de “draw distance” (cenários construídos ao longe) da nova engine —, montanhas com topos nevados garantem um belo horizonte de jogo. É claro que a poluição visual trazida por escombros, explosões, inimigos voando e veículos descontrolados não seria a mesma se não fossem mantidos os ótimos efeitos sonoros da franquia. São músicas e sons que bem poderiam servir de trilha sonora do apocalipse.

O caótico ambiente do primeiro jogo volta com força total. Torres de radio são derrubadas, construções se convertem rapidamente em montes de entulho, veículos viram uma imensa bola de fogo e sucata. Tudo isso graças ao variado e tremendamente destrutivo arsenal que sempre marcou a franquia Battlefield, o que inclui ainda várias fases a bordo de veículos, trazendo os integrantes nada ortodoxos da pior companhia do exército destroçando quadriciclos, helicópteros de guerra e diversos blindados.

ScreenShots

 

 
 

Vídeos







Melhores games de XBox360 em 2009

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